Posts de Maio, 2008
Momento Avonts #008 – Especial Guaxutravel
18 Maio, 2008Encontros Avont’s #002 (Guaxutravel 01-04/05/08)
12 Maio, 2008Guaxutravel
A Trip foi formada por: Guaxupé, Saito, Marininha Zóio, Jennifer, Bia, Mercedes (a argentina…), RamoN e Mariana Marin, que não é da turma, mas que dá um abraço tremeeeendo. Resumidamente, nossa ida à gloriosa cidade de Guaxupé foi isso: choveu pra carai, fez frio, não saímos nenhuma noite, a cerveja acabou, ninguém ficou tão bêbado a ponto de dar vexame, a pessoa-alvo de chacota não foi, a música era pagode de 1995, dormiu mulheres em um quarto e homens em outro, ninguém beijou, ninguém nhanhou, teve feijoada cheirosa que ninguém comeu e o mito dos passarinhos do Coroner que o Guaxupé soltou não foi desvendado. E ainda por cima, tinha uma argentina entre nós………
E foi bom pra CARAAAAAALHO!!! Apesar da argentina…………..
A chuva só fez unir o povo, as baladas dentro do próprio Guaxuhotel Spa & Resort uniram ainda mais, a cerveja abraçou todo mundo ombro a ombro, rosto a rosto, língua a rosto (né Marin?) e o calor do pagode do Só Pra Contrariar e Katinguelê aqueceram ainda mais a intrépida e saborosa lingüiça cuiabana do Bruno, recheada com muuuuuita carne, leite e um queijinho pra dar aquele gostinho coalho, mas cheio de sabor. “Hhhhhhhhhmmmmm…” diria Ana Marina Braga, aquela que aperta os cachorros, galinhas e pintos.
Mas sabe aquela coisa de que “não importa o lugar, e sim, a galera?” que todo mundo fala?
É tudo besteira. Porque Guaxupé é uma cidade com um semáforo que não funciona há 9 anos, dois prédios (o branco e o cinza) e o Meio Período como bar referência, mas foi palco de risadas que eu não dava há tempos com o mesmo povo que eu convivo na finjo-que-sou-o-que-nunca-serei Campinas. A galera era a mesma, mas o lugar fez as risadas ficarem mais intensas e aguçarem nosso apetite pelo conhecimento sobre o momento do coito, do ato reprodutor, da prática sexual, das safadezas alheias sobre o sujeito ao lado. E foi ae que começou a brincadeira do “Eu nunca…”
Pra quem nunca brincou, a brincadeira tem uma regra: Se alguém fala: “Eu nunca enfiei nada no meu rabo”, e por acaso, assim, hipoteticamente, só uma ilustração agora, eu já tenha enfiado, assim, um cone, opa, quer dizer, um lápis no meu brioco, eu tenho que beber. Pra ter uma noção saíram frases do tipo:
“Eu nunca dei de quatro”
“Eu nunca comi uma boneca inflável”
“Eu nunca dei o cu”
“Eu nunca lambi cu” (??????????)
“Eu nunca fiz boquete”
Não vou falar quem bebeu e quem não, mas o Guaxupé saiu da brincadeira bebim bebim…
E na presença da ex-namorada, um sujeito que eu não vou citar o nome para preservá-lo, mas cuja pele é marrom e cuja ex-namorada chamaria o Guaxupé de “anón”, rimando com seu nome, disse:
“Eu nunca traí…na cama”
E teve de ouvir: “Ah! Então de outro xeito xá foi né???”
Tivemos também a disputa do troféu “Orelha de Burro Nela Vai Nascer”, protagonizada pela Bia, a Barbie x Mercedes, a argentina……………………………..
“To saindo de São José do RIM Pardo…”
Mercedes 1 a 0.
“Ramom ao ver escrito a pronúncia de seu nome errada (RamoN) no celular da Bia:
- Bia, meu nome ta errado!
- Ah é verdade. É com J né?”
Bia 1 a 1.
Mercedes Basso: – Meu avô ta com 93 anos!
- É Mercedes, vaso ruim não quebra…
- Não, Basso é o outro avô!
Mer 2 a 1
O empate ficou por conta da língua venenosa da Bia ao tentar “defender” a amiga Robertinha:
“Gente, ela não é gorda… É a forma dela!”
O melhor de tudo foi beber o dia todo, comer de tudo, até o famoso torremo do Tonim feito na virilha e contar piadas sobre a Roberta. A viagem poderia ter sido perfeita caso a chuva não atrapalhasse nossa visita à cachoeira de Smirnoff Ice. Afinal, quem não gostaria de ver a Bia nua, se abaixando em uma colina verdejante, bebendo Smirnoff Ice em uma bica, com os cabelos molhados e com uma musiquinha de filme pornô dos anos 70 ao fundo?
Rafael Saito




















